O Tunel da EQM – Experiência de Quase Morte

Aprofundamento nos mistérios da Experiência de Quase Morte, mais conhecida como EQM

Experiência de Quase Morte é um termo criado por Raymond Moody em seu livro “Vida depois da Vida” de 1975.

A palavra “Experiência de Quase-Morte” (EQM) descreve experiências vividas por pessoas declaradas clinicamente mortas ou próximas da morte.

Considera-se clinicamente morto o paciente que deixa de ter batimentos cardíacos e respirar.

Curiosamente em muitos casos, mesmo após considerados mortos, pacientes voltam a vida. E o mais intrigante é que os relatos de quem passa por uma experiência como essa são muito similares. A ponto de levantar interessa da comunidade científica. Seriam os EQM um ensaio sobre a morte? Onde fica esse “lugar” intermediário entre a vida e a morte?

Enquanto muita gente considera as EQMs provas de que há vida depois da morte, a ciência busca explicações racionais para o fenômeno. A mais difundida é que, de tanto ouvir falar sobre esse tipo de experiência em livros e no cinema as pessoas estariam inclinadas a sentir algo parecido em situações semelhantes. Isso explicaria a semelhança entre os depoimentos.

Alguns pesquisadores, no entanto, escapam das respostas fáceis e preferem partir do princípio de que as pessoas realmente vivenciam o que descrevem.

Para esses, uma hipótese é de que tudo faça parte da programação do cérebro para enfrentar o momento da morte, tornando-o menos difícil e doloroso. A sensação de paz, por exemplo, seria resultado da liberação excessiva de endomorfinas diante de uma situação de muito estresse.

A Associação Internacional para Estudos de Quase-Morte (Iands, sua sigla em inglês) a 4,5% da população global, 270 milhões de pessoas, teriam passado por isso. Um número muito expressivo.

Ao cruzarem as informações em busca de dados adicionais sobre as EQMs, pesquisadores holandeses chegaram a uma constatação aterradora: metade dos pacientes que relataram a experiência morreu (de verdade) ao longo do mês seguinte ao episódio, percentual que, no outro grupo, não chegou a 10%.

Uma explicação científica é de que as EQMs seriam um sinal de que o cérebro não conseguiu sair ileso da ameaça de morte, ou seja, ele se “considerou” morto e acabou levando consigo o resto do corpo. Já a explicação preferida por quem acredita em vida após a morte é que essas pessoas estiveram de fato do outro lado e foram trazidas de volta por recursos criados pelo homem, como o uso de desfribiladores, mesmo tendo o destino imutável já selado.

As pesquisas mundiais sobre as EQMs geralmente trazem elementos comuns que podem ser encontrados em relatos do mundo inteiro. Há diversos elementos que são considerados um padrão comum a maior parte dos relatos, são eles:

  • Experiência Fora do Corpo
  • Consciência ampliada
  • Sentimentos intensos e vívidos de paz e alegria
  • Experiência do Túnel
  • Encontro com entes queridos
  • Seres de Luz
  • Recapitulação ou Revisão da Vida
  • Relutância em retornar

Fé e ciência se misturam e não foi encontrada a resposta para todas essas coincidencias.

Haveria, então, vida após a morte?

Pela Redação do Nefasto